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Setembro de 2009


Walker Evans no MASP
© Foto de Walker Evans

......O Museu de Arte de São Paulo apresenta ao público “Walker Evans”, exposição que cobre os 50 anos de carreira de um dos maiores nomes da fotografia mundial. Composta pela principal coleção do grande retratista da América do Século XX, em sua maioria em preto e branco. Mais de 120 imagens detalham a perspectiva de Walker Evans sobre a sociedade americana dos anos 20 ao início da década de 70. Séries sobre a Grande Depressão, o cotidiano de Nova York e imagens de Havana sob o comando do ditador Machado, são alguns dos destaques na mostra em cartaz de 1º de outubro a 10 de janeiro, no 2º andar. O norte-americano Walker Evans, que originalmente queria ser escritor, descobriu a sua paixão pela fotografia durante os anos 20. Em imagens da modernidade das cidades registradas com uma câmera Leica, em 1928, Evans fotografou os arranha-céus de Nova York, demonstrando ousadia com ângulos inéditos para a época. A exposição traz também imagens de maio de 1933, quando Evans esteve em Havana, na época sob comando do ditador Geraldo Machado, e registra uma série de fotografias para ilustrar o livro “O Crime de Cuba”, de Carleton Beals. A foto Família cubana indigente, que exibe uma mãe sem-teto com três filhos vestidos e roupas esfarrapadas é típica de seu trabalho nesse momento. Dois anos depois o fotógrafo entra na Farm Security Administration, organismo federal criado pelo governo Roosevelt para divulgar a política do New Deal. Em 1936, em plena Grande Depressão, o escritor James Agee foi enviado pela revista Fortune ao Alabama para relatar a vida de agricultores do algodão e Agee convidou Walker Evans para acompanhá-lo. O resultado não foi aceito pela revista, mas foi publicado em livro com sucesso em 1941 sob o título “Let us Now Praise Famous Men”. Este trabalho é considerado expoente máximo da fotografia documental, como poética do cotidiano; foi tema da primeira exposição de fotografia realizada pelo Museum of Modern Art de Nova York – MOMA - e é um dos destaques da mostra do MASP. Num acompanhamento cronológico de sua carreira, a mostra chega ao período em que Evans trabalhou como fotógrafo e redator na revista Times, além de todo o projeto desenvolvido na revista americana Fortune, entre os anos de 1945 a 1966. Numa seção final de seu trabalho, da década de 50 ao ano de 1975, data de sua morte, Evans usa fotos coloridas para transmitir sua percepção da realidade, inovadora ao ponto de revolucionar história da fotografia mundial. Sua obra estava à época longe do que se considerava fotografia de arte, marcada pelo caminho equivocado do sentimento e da beleza evidentes. Com Evans, pela primeira vez a fotografia podia ter a mesma aparência de qualquer outra fotografia e mostrar qualquer coisa, de sapatos velhos a um passageiro no metrô. Sua arte dependia apenas da clareza, da inteligência e da originalidade de sua percepção como fotógrafo.


ANOS 50


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......A Galeria Tempo, ao lado do Copacabana Palace, rio de Janeiro, RJ, inaugura a exposição “Salão de Arte Fotográfica – Anos 1950”, com cerca de 40 trabalhos focados na produção de 1950 dos grandes fotógrafos Milan Alram (Paris, 1926), German Lorca (1922), Jacob Polacow (Rússia, 1913 – Brasil, 1966), Alberto Ferreira (1932-2007), Fernando Lemos (Lisboa, 1926), Geraldo Barros (1923-1998), Luiz Carlos Barreto (1928), Gaspar Gasparian (1899-1966) e Rubens Scavone (1925-2007). Apesar do foco da mostra ser na década de 1950, haverá algumas fotos de 1940 e 1960. O título sugere a idéia de um “salão de arte”, de grande importância nos anos 1950. “Quisemos resgatar a efervescência do momento, em que a fotografia era descoberta como obra de arte”, observam as sócias da Galeria Tempo, Marcia Mello, Carolina Dias Leite e Georgianna Basto. Essa geração fotógrafos modernos rompeu com o rigor “acadêmico”, ousou com fotos sem foco, enquadramentos diferentes do usual, fez muita experimentação, como a sobreposição de imagens, o alto contraste, e passou a buscar o grafismo “Eles começaram a se reunir como amantes de fotografia, e criaram temas e concursos, no Photo Club do Brasil, em São Paulo”, explica Marcia Mello. “Tudo passou a poder ser fotografado, até uma xícara de café”. À medida que as pesquisas foram se aprofundando, a fotografia ganha uma identidade que não existia até então. A fotografia vai em direção às questões geométricas, e se aproxima do movimento concreto e neoconcreto. São muitos os interesses desses fotógrafos, mas se observa uma convergência para os temas urbanos: arquitetura, transporte, comportamento, indústria, construção. Geraldo de Barros envereda para o concretismo, Fernando Lemos para o surrealismo e Rubens Scavone opta por outra reconstrução da realidade, aproximando pessoas e objetos de forma inusitada. German Lorca (foto 1) faz estudos sobre o movimento. A modernidade presente na cidade pode ser vista nos trabalhos de Alberto Ferreira, com fotos da construção de Brasília; Milan Alram, com fotografias industriais feitas para a Light; Jacob Polacow e Luiz Carlos Barreto, mostrando a cidade, sua arquitetura e cotidiano, em fotos feitas em SP, Rio e cidades no exterior. Posteriormente, permaneceram no fazer artístico Geraldo de Barros e Fernando Lemos. Polacow e Gasparian (foto 2) se dedicaram mais à teoria, à crítica. Milan e Lorca tiveram grande importância em fotos para publicidade, Alberto Ferreira foi um expoente do fotojornalismo, Luiz Carlos Barreto foi para o cinema, e Rubens Scavone para a literatura. Todas as fotografias são em preto e branco, em um formato que varia de 30x40cm a 50x60cm. Várias são em edições vintage, ou seja, foram ampliadas pelo próprio fotógrafo, em período próximo do registro fotográfico, como no caso das obras de Lorca, Alberto Ferreira e Milan (foto 3). Em outros casos, as ampliações foram feitas de forma analógica a partir dos negativos originais, e impressas, sob supervisão de seus herdeiros, como nos trabalhos de Geraldo de Barros, Polacow e Gasparian. As fotografias de Fernando Lemos, Scavone e Luiz Carlos Barreto foram digitalizadas a partir dos negativos, que em alguns casos precisaram ser recuperados. De 30 de Setembro a 14 de Novembro.


Morre o fotógrafo francês Willy Ronis

......O fotógrafo francês Willy Ronis morreu neste sábado, em Paris, aos 99 anos, informou a agência de fotografia Rapho, onde trabalhava. Célebre representante da fotografia humanista, contemporâneo de mestres como Robert Doisneau e Henri Cartier-Bresson, Ronis se encontrava muito doente e se deslocava em cadeira de rodas, embora ainda se mantivesse lúcido. Nascido em 1910 na capital francesa, publicou na revista "Miradas" nos anos 30 seus primeiros trabalhos sobre os movimentos sociais, principalmente as greves da fábrica Citroën. Ao fim da Segunda Guerra, Ronis participou no renascimento da imprensa ilustrada e, em 1946, fez parte da primeira equipe da agência Rapho.Recebeu o prestigioso Grande Prêmio das Artes e das Letras para a fotografia (1979) e um de seus livros ganhou o Prêmio Nadar (1981).


Workshop com Walter Firmo

Walter Firmo

......Nos dias 19 e 20 de setembro, sábado e domingo, o consagrado fotógrafo Walter Firmo fará um workshop, em meio à natureza de Verde Vila, Guaratiba, Rio de Janeiro, RJ, compartilhando seus conhecimentos vivenciados ao longo de 50 anos. Cor, preto-e-branco, fotos em estúdio e em áreas externas, são alguns dos aspectos a serem trabalhados. A fotografia do nu, com modelos vivos, será outro enfoque da programação. Vencedor oito vezes do Prêmio Internacional de Fotografia Nikon (categorias cor e p&b), dentre várias premiações, bolsas no exterior e outras honrarias recebidas, Walter Firmo é mestre querido, com uma legião de seguidores, e realiza, há 15 anos, workshops disputados em diversas cidades do país, e no exterior, principalmente Paris. “Contarei toda minha história, depois fotografaremos a Pedra de Guaratiba e o nu, deslizes pelo vapor e forma delineadas no brilho de nosso olhar e a conivência dos excelentes modelos, que lá estarão para nossa viagem e devaneio com compostura e muito respeito”, conta. Em 18 de Fevereiro de 1956, fez sua primeira saída fotográfica, para a matéria "Carnaval a fantasia na praia do Flamengo", no extinto jornal "Última Hora". O registro, junto com o acervo do jornal, pertence atualmente ao governo do Estado de São Paulo. “A missão tinha o número 0222, e o autor era eu, então aprendiz”, lembra o hoje cultuado fotógrafo. Durante o evento, ele autografará seus livros “Brasil – Imagens da Terra e do Povo” (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Museu Afro Brasil), organização de Emanuel Araújo, 2008; “Firmo” (Editora Bem te vi), 2005; e “Paris – Parada Sobre Imagens” (Editora Funarte), 2001.

Programação
Dia 19/09 – Sábado
9h – Café da manhã
10h às 12h – Palestra de Walter Firmo: “Trajetória de um fotógrafo”
12h às 13h – Almoço
13h30 às 14h30 – Saída externa: Horto das Palmeiras
15h às 17h – Saída externa: Pedra de Guaratiba
18h às 22h – Coquetel com bate-papo

Dia 20/09 – Domingo
9h – Café da manhã
10h às 12h – Palestra de Walter Firmo: “Um olhar sobre o nu”
12h às 13h – Almoço
13h30 às 17h – Ensaio: Nu
17h – Encerramento e venda de livros com autógrafos


Fotografia de Claudia Jaguaribe em livro

......No livro "Quando Eu Vi", Claudia Jaguaribe aborda a fotografia de paisagem, fotografando a mata brasileira, partindo do conceito da sua contemplação pelo homem contemporâneo. Este projeto tem início em 2004. Propõe uma revisão do conceito de paisagem natural, ou o limite do natural. A realidade não estaria contaminada pelo simulacro, o real pelo virtual? É possível distinguir entre verdade e verossimilhança? O Brasil é um dos últimos países onde podemos experimentar a presença de uma natureza intocada e no limiar de sua transformação. Este trabalho é uma reflexão sobre esse momento onde a fotografia é feita de paisagens híbridas e o espectador participa da própria construção da imagem.
......A proposta do livro é mostrar o corpo desta pesquisa que vem sendo desenvolvida há 5 anos num conjunto em que se veja o tratamento conceitual e plástico que caracteriza a construção das imagens desta série.
A série "Quando eu vi" foi exposta nas galerias BaroCruz/SP2006 e H.A.P. Galeria/RJ 2007, no espaço Espaço Cultural ECCO/ Brasília, 2008 (prêmio aquisição FUNARTE Marco Antônio Vilaça) e está agendada para ser exposta na Itália e França no ano que vem.
......"Quando eu vi... é uma constelação de trabalhos composta de algumas séries que conformam facetas diversas de um ponto de vista singular sobre a floresta tropical. E é precisamente a singularidade desse ponto de vista que o espectador deve buscar, para reencontrar que momento, ou melhor, que feixe de momentos, com suas correspondentes visões, puderam constituir a experiência que o título agrega. Importam, então, o ponto de vista, a maneira como a fotógrafa enquadra o motivo, e os procedimentos a que recorre para expor como a floresta se recorta e é recortada pelo olho, pela câmera e pelo computador que a "processam", antes de assumir o seu valor de exposição no circuito das artes plásticas."
......Entre os locais fotografados para este projeto, estão o Pantanal, a Amazônia e a Mata Atlântica de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
......Claudia Jaguaribe é artista visual e inicia sua produção na década de 80. Desde então participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior. Sua formação é em História da Arte, Artes Plásticas e Fotografia. Sua produção se caracteriza por uma intensa pesquisa plástica que utiliza diferentes mídias para lidar com diversas questões da contemporaneidade. Nos últimos 5 anos se voltou para a questão da paisagem como reinvenção da natureza na série Quando eu Vi.


Galeria Emma Thomas Fotografia Analógica e Dibujo Español

Fotografia de Claudio Elisabetsky

......No dia 12 de setembro, sábado, serão inauguradas na Galeria Emma Thomas, em São Paulo, as mostras “Fotografia Analógica” e “Dibujo Español: a roupa suja se lava em casa”, com fotografias de 29 artistas brasileiros e desenhos de 5 jovens artistas espanhóis, respectivamente.
......A coletiva intitulada “Fotografia Analógica” tem curadoria de Flaviana Bernardo e Juliana Freire e reúne 28 obras de 19 artistas brasileiros que trabalham com processos não digitais de produção. Para elas, a mostra revela a busca de alguns artistas pela criação de um diferencial da produção contemporânea a partir da tradicional e centenária forma de captação de imagens.
......Na seleção estão trabalhos de: Paulo Vainer, Carolina Lopes, Claudio Elisabetsky, Marcio Simnch, Renato Pasmanik, Gui Mohallem, Márcio Távora, Daniela Gomes de Oliveira, Alexandre Hypolito, Henk Nieman, Daniel Athayde, Renato de Cara, Fabio Maia, Denis Cisma, Zeca Caldeira, Rogério Andreotti, Nicolas Gondim, Marcos Gorgatti, Hisa, Mriamhmello, Flávia Junqueira, Luciano Munhoz, Garapa, Jaques Faing, Ilana Bessler, Gady Laniado, Beatriz Toledo, Juliana Freire e Zee Nunes.
......A exposição coletiva “Dibujo Español: a roupa suja se lava em casa” tem curadoria de Adriano Casanova e traz a São Paulo os artistas espanhóis Raúl Diaz Reyes, Maria Calzadilla, Pedro Luiz Cembranos, Luz Santos e Juan Pablo Villalpando, que vieram ao Brasil especialmente para produzir os trabalhos da mostra, contando com o apoio do Centro Criativo Contemporâneo de Madri Matadero.
......Com o intuito de apresentar estes artistas espanhóis sob um contexto brasileiro, a mostra é composta por 20 grandes painéis dispostos no lado externo da galeria e uma seleção de trabalhos em pequenos formatos em uma das salas internas da galeria.
......Este grupo, cujas produções individuais dialogam esteticamente, enfatiza um aspecto da produção do desenho espanhol contemporâneo onde os assuntos e estéticas estrangeiras serão percebidos por uma perspectiva nacional, segundo o curador da mostra. Para Casanova, o intuito da mostra é de realmente criar um espaço em que um determinado circuito da arte atual do Brasil e da Espanha esteja em convívio, fazendo o visitante e o visitado, o observador e o observado dividirem este mesmo momento artístico.


Exposição do fotógrafo Henri Cartier-Bresson

© Foto Henri Cartier-Bresson

......De 17 de setembro a 20 de dezembro, o Sesc Pinheiros, em São Paulo, recebe uma exposição intitulada “Henri Cartier-Bresson: Fotógrafo”. Para a mostra, foram selecionadas 130 obras do fotógrafo francês, ampliadas sob sua supervisão na agência Magnum Photos, criada por ele em 1947. Criador de um estilo inconfundível, aclamado como “o olho do século 20”, Henri Cartier-Bresson (1908-2004) deixou sua marca como um dos mais representativos fotógrafos humanistas da história pela forma como conseguiu mostrar enfaticamente a beleza dos gestos mais simples do homem, ao captar cenas de flagrantes pelas ruas do mundo. Henri Cartier-Bresson começou a fotografar efetivamente em 1931 influenciado pelos surrealistas – “não pela pintura deles, mas pela percepção do subconsciente”, explica o coordenador geral do projeto Eder Chiodetto. Sua obra ainda hoje inspira gerações de novos fotógrafos e serve de parâmetro para fotodocumentaristas como os que atuam na Magnum, agência criada por Cartier-Bresson e Robert Capa, além de outros, em 1947. Paralelamente, outra mostra intitulada “bressoniana” vai expor 42 imagens de fotojornalistas brasileiros influenciados pela estética de Bresson. A mostra trará cerca de 30 trabalhos dos fotógrafos Cristiano Mascaro, Carlos Moreira, Juan Esteves, Tuca Vieira, de São Paulo, Flávio Damm, do Rio de Janeiro, Orlando Azevedo, de Curitiba e Marcelo Buainain, de Natal. Além das exposições haverá a exibição de filmes e a promoção de debates com pensadores e pesquisadores brasileiros e franceses.


O fotógrafo Fernando de Tacca lança livro em Curitiba

......O livro pesquisa os bastidores das polêmicas matérias publicadas pelas revistas Paris Match e O Cruzeiro em 1951, quando, pela primeira vez, foram expostos os rituais do candomblé.
......O Instituto IDD, as Faculdades ESEEI e a Fundação Cultural de Curitiba lançam na próxima sexta-feira, dia 04 de setembro, às 19 horas, no Centro Cultural Solar do Barão, o livro “Imagens do Sagrado”, do fotógrafo Fernando de Tacca. O evento conta também com uma palestra de Tacca, que é doutor em antropologia pela USP e professor livre-docente no Instituto de Artes da Unicamp, Fernando de Tacca pesquisou os bastidores das polêmicas matérias publicadas pelas revistas Paris Match e O Cruzeiro em 1951, quando, pela primeira vez, foram expostos os rituais do candomblé com imagens até então restritas aos terreiros.


Elliott Erwitt é um dos destaques da terceira edição da SP-Arte/Foto

© Foto de Elliott Erwitt. Dog Legs. New York City, 1974.

......De 10 a 13 de setembro de 2009, o 9º andar do Shopping Iguatemi sediará a terceira edição da SP-Arte/Foto, que reúne 17 excepcionais galerias de arte e mais de 100 artistas, entre jovens talentos e nomes consagrados no circuito nacional e internacional. O conjunto das obras das galerias participantes permitirá uma visão magnífica e ampla da produção moderna e contemporânea do Brasil e do mundo representada pelos artistas: Miguel Rio Branco, Mario Cravo Neto, Caio Reisewitz, Rochelle Costi, Albano Afonso, Márcia Xavier, J.R.Duran, Claudia Jaguaribe, Cristiano Mascaro, Daniel Senise, Brigida Baltar, Cao Guimaraes e Luiz Braga, artista escolhido para representar o Brasil na Bienal de Veneza de 2009, e presenças internacionais como Neil Hammon (artista selecionado na última Bienal de Veneza), Richard Galpin, Thomas Hoepker, Martin Parr, Elliott Erwitt, Nicola Constantino e Michael Wesely, entre muitos outros. O evento é gratuito e acontece no 9º andar do Shopping Iguatemi, com acesso pelos elevadores centrais do Shopping. Um dos destaques é a presença do célebre fotógrafo Elliott Erwitt, que acabou de completar 81 anos. Filho de imigrantes russos, ele se mudou com os pais para os EUA quando tinha 10 anos e registrou inesquecíveis imagens, como a foto dos pés de uma mulher ao lado de um chihuahua.